A OAB encerra nesta terça-feira (14) a Conferência Regional da Advocacia (CRADV23), em São Paulo. O evento fecha o ciclo de programações que rodou São Paulo com 14 edições, neste ano, para integrar as subseções e aproximar a entidade da advocacia no interior do estado.
Na segunda-feira, o dia foi dedicado a reuniões das Comissões da OAB SP. E, nesta terça-feira (14), foram mais de 20 palestras no Teatro Liberdade, no centro da capital, nas quais especialistas deram dicas profissionais, e dirigentes da secional paulista falaram sobre o papel da Ordem na vida das advogadas e dos advogados.
Na abertura, Patricia Vanzolini, presidente da Ordem, reafirmou que a missão do Universo OAB SP é abraçar as quatro maiores necessidades dos profissionais. “Ele precisa de apoio e defesa em sua dimensão profissional, por meio de honorários dignos e de prerrogativas; na vida pessoal, plano de saúde e atividades esportivas fornecidos pela CAASP; na qualificação profissional, a ESA (Escola Superior da Advocacia da OAB SP); e, na tranquilidade financeira, a OAB Prev”, afirmou.
Falando em defesa da união da categoria, Leonardo Sica, vice-presidente da OAB SP, lembrou a luta da classe pela aprovação do Projeto de Lei 3.771. O texto altera os artigos 282 do Código de Processo Civil e 564 do Código de Processo Penal para incluir dispositivos de garantia às prerrogativas legais da advocacia, relacionadas diretamente com a proteção dos direitos dos cidadãos em processos judiciais.
Sica destacou que o texto já está em tramitação na Câmara dos Deputados, e, segundo ele, o momento é de lutar por sua aprovação. O vice-presidente da OAB SP acrescentou ainda que é importante que os profissionais da advocacia se lembrem que fazem política todos os dias ao atuar na resolução de conflitos diários, mas que é preciso também ocupar os espaços da macro-político.
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